O que Desequilibra os Chacras?

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A palavra chacra vem do sânscrito e significa “roda”, pois elas são vórtices que não param de girar, agindo como antenas, recebendo e emitindo sinais de energia vital em pontos específicos do nosso corpo. Quando um chacra está desequilibrado, afeta os órgãos ao seu redor.

 

Nós temos 7 chacras principais que são centros de energia, sempre que há um desequilíbrio nós sentimos isso no nosso corpo. Veja a relação dos chacras com as doenças:

 

1° Chacra – Básico – Localizado na base da coluna – cor vermelha

Este chacra se desequilibra quando não conseguimos desenvolver a nossa caminhada por dificuldades de estrutura, por problemas com as nossas necessidades básicas. Quando fica muito tempo em desequilíbrio pode gerar doenças nos ossos, sangue, pernas e nos pés.

Quando este chacra está em desequilíbrio podemos ter alguns problemas como a indisposição física, falta de vitalidade, dores nas juntas, torcicolo, nervo ciático, desânimo de viver, falta de entusiasmo, problemas nos ossos, hemorroidas, unha encravada crônica, infecção na bexiga ou nos rins.

Problemas familiares, excesso de responsabilidade, dificuldades financeiras, de emprego e moradia são situações que geram desequilíbrio neste chacra.

 

2° Chacra- Sacro ou sexual – Localizado no abdome inferior – cor laranja

Este chacra se desequilibra quando não conseguimos nos relacionar bem com as pessoas e conosco.

Quando este chacra está em desequilíbrio podemos ter alguns problemas como deficiência no sistema linfático, obesidade, cisto nos ovários e infertilidade.

Dificuldade de relacionamento com cônjuge, parentes, colegas, amigos… autossabotagem, falta de aceitação do corpo, baixa autoestima e dificuldades de viver a vida são alguns comportamentos que geram desequilíbrio neste chacra.

 

3° Chacra – Umbilical ou plexo solar – Localizado no estômago – cor amarela

Este chacra se desequilibra quando não conseguimos exercer o nosso poder de forma harmoniosa e nos descontrolamos, produzindo raiva, medo, mágoa, ansiedade, compulsão entre outras emoções negativas.

Quando este chacra está em desequilíbrio podemos ter alguns problemas como deficiência digestiva e estomacal, úlcera, gastrite, oscilações de humor, depressões, instabilidade nervosa, câncer no estômago, desequilíbrio emocional, medo, insegurança, pânico, ansiedade, diabetes, obesidade, hepatites, compulsão por consumo…

Raiva, mágoa, tristeza, remorso, arrependimentos, não engolir a vida, falta de aceitação, intolerância, desejos não realizados, ansiedade, angústia, não perdoar, vitimar-se, falta de flexibilidade, carência afetiva, vergonha, culpa são alguns comportamentos que geram desequilíbrio neste chacra.

 

4° chacra – Cardíaco – Localizado na região central peitoral – cor verde

Este chacra está vinculado ao sentimento de amor, compaixão, sabedoria, paz, equilíbrio e cura. Ele se desequilibra quando não conseguimos expressar o amor e nos deixamos levar pelo materialismo e apego a tudo. Quando fica muito tempo assim podem ocorrer doenças cardíaca e respiratória.

Sentimentos reprimidos como falta de compreensão, falta de sensibilidade, materialismo, apego, tristeza, não achar sentido para a vida e dores de perda ou abandono estão associados a este chacra.

Algumas doenças relacionadas ao desequilíbrio  deste chacra são: infarto, paradas respiratórias,  baixa imunidade, problemas de circulação, doenças no sangue e arteriais, gripes, taquicardia entre outras.

 

5° chacra – laríngeo – localizado na garganta – cor azul celeste

A missão deste chacra é a comunicação e a expressão. Também está relacionando com a realização de projetos, objetivos e metas.

Quando não conseguimos nos expressar este chacra se desequilibra e quando fica muito tempo assim podem ocorrer doenças na garganta, ombros, braços e mãos.

Não conseguir falar o que pensa e sente, não conseguir opinar, verbalizar ou expressar sentimentos, não conseguir pôr em prática os projetos e procrastinar são características associadas a este chacra.

Asmas, artrite, alergias, dores de garganta, herpes e aftas na boca, problemas no cabelo e na pele, perda de voz, problemas nos dentes e gengivas estão relacionados ao desequilíbrio deste chacra.

 

6° chacra – frontal ou 3° olho – centro da testa – azul índigo

Este chacra se desequilibra quando não conseguimos organizar os nossos pensamentos, confusão mental e ideias fúteis. Quando fica muito tempo assim podem ocorrer doenças na região do nariz, ouvidos, olhos e cérebro. Este chacra é bem difícil se obter o equilíbrio.

Ceticismo, materialismo, excesso de preocupações, sofrer por antecedência, não conseguir dar limites, excesso de negatividade, raiva do mundo, dificuldade de viver e futilidade estão associados ao desequilíbrio deste chacra.

Dores de cabeça, sinusite, confusão mental, memória ruim e hiperatividade mental estão associados a este chacra.

 

7° Chacra – Coronário – Alto da cabeça – violeta

Quando este chacra está em desequilíbrio podemos ter alguns problemas no relógio biológico, insônia, tumores no cérebro, depressões, mal de Alzheimer, mal de Parkinson, esquizofrenia, epilepsia e este chacra influencia a função de todos os outros.

Alguns comportamentos como negligência espiritual, falta de fé, se sentir perdido, sem saber que rumo seguir, incredulidade, não aceitar o mundo, rejeitar sua origem, não seguir a missão pessoal podem gerar o desequilíbrio neste chacra.

Manter os chacras em harmonia e equilíbrio, significa ter leveza e paz.

 

Com muito amor

Ana Maciel

O Poder de Persuasão dos Arquétipos

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Arquétipos são representações, modelos mentais já estabelecidos na nossa mente. O poder que eles exercem sobre as nossas emoções e, consequentemente sobre as nossas ações, ocorrem na grande maioria das vezes de forma inconsciente.

Você pode não entender absolutamente nada sobre esse tema, mas com certeza é influenciado pelos arquétipos e eles fazem parte da sua vida. Grandes empresas inventem muito dinheiro em pesquisas para entender quais arquétipos são os mais adequados para associar a sua linha de produtos. Eles estão presentes em símbolos e imagens usadas em publicidades.

Para o psicólogo suíço, que por volta de 1919 criou o termo, arquétipo são imagens primordiais, presentes na nossa mente. Elas se formam a partir da repetição da mesma experiência por infinitas vezes, por pessoas em épocas distintas. Formando assim o inconsciente coletivo.

Segundo Jung quando nascemos recebemos essa “bagagem mental” dos nossos antepassados. Por isso essa influência é tão impactante, ela está muito enraizada no nosso sistema de crenças.

Um estudo realizado pela Universidade Duke no Canadá, diz que quando somos expostos a determinado arquétipo, nosso sistema gera emoções que não conseguimos controlar.

Deve-se ter muito cuidado ao eleger um arquétipo para associar a uma marca, porque eles podem também desencadear sentimentos negativos e por isso a rejeição dos consumidores. É prudente estudar bem a imagem escolhida, antes de fazer uma associação. Isso porque quando usamos um arquétipo em uma marca, estamos associando todo o seu significado a ela, e assim todas as sensações e emoções que ela gera.

Quando pensamos em um cachorro, por exemplo, vem a nossa mente a amizade, companheirismo, fidelidade, alegria e amor. Todas essas associações fazem parte desse arquétipo. Por outro lado, quando pensamos num gatinho, associamos a ele a liberdade, independência, intuição e autoestima. E assim cada imagem tem o seu próprio significado e gera um conjunto de sensações no nosso sistema.

Uma feira de automóveis, por exemplo, pode colocar uma linda modelo ao lado de um carro de luxo. Os homens que olharem para ela, irão automaticamente associar ela ao carro. Assim fica registrado na mente que ao adquirir o carro será fácil conquistar uma linda mulher.

Todas essas associações fazem parte do inconsciente coletivo e mesmo tendo conhecimento sobre arquétipos as imagens e símbolos vão exercer influencia na mente, automaticamente, gerando as emoções associadas pelo arquétipo.

O Professor Hélio Couto nos ensina que todo símbolo é energia e informação. E por si só produz resultados em termos de neurotransmissores em quem usa ou vê. Sendo assim o poder que ele exerce é imenso. Se as pessoas sabem o que o arquétipo representa é irrelevante, ele funciona independente disso.

Segue alguns exemplos de arquétipos e o que eles representam:

Águia, falcão, gavião, coruja: Produzem dopamina . São os mais poderosos. Provoca elevadíssima autoestima, prosperidade, crescimento, realização, sabedoria, poder, etc. O impacto emocional deste arquétipo nunca deve ser subestimado.

Âncora: Apoio, constância, garantia nas dificuldades, segurança e calmante.

Árvore: Importantíssimo símbolo de vida e prosperidade. Proteção, vida, abundância, crescimento. Provoca a união entre as pessoas. Estimula os relacionamentos. Poderoso símbolo para induzir estados de consciência.

Aquário: Provoca calma e relaxamento induzindo ondas cerebrais alfa.

Baleia: Paz, tranquilidade, harmonia, relaxamento, amor e relacionamento.

Borboleta: Transmutação, mudança, renascimento, libertação e leveza.

Cão: Amizade, proteção e provocam diminuição da ansiedade.

Cavalo: Elevada autoconfiança. Velocidade, decisão, independência. É o símbolo dos gerentes e diretores.

Chama: Regeneração, purificação, renascimento, sexualidade, expansão da consciência, divindade, um dos quatro elementos primordiais, fé, defesa e luz.

Cristal: Pureza, transparência, clareza, arquivo de conhecimento e união.

Flores: Sucesso, harmonia, prosperidade, calma, paz, relaxamento e possibilidades.

Fruta: Maturidade, realização, desenvolvimento, vida, abundância, prosperidade e sucesso.

Gatos: Independência, intuição e autoestima.

Golfinhos: Sociável, coragem, inteligência, movimento, alegria de viver. Ideal para lugares de reuniões, festas, etc. Não colocar no local de trabalho.

Grão: Abundância, riqueza, prosperidade, possibilidade, morte e vida e semente.

Jardim: Lugar ideal, agradável, imaginação, feminilidade, descanso, relaxamento, esperança, realização e criatividade.

Lótus: Espiritualidade, pureza, vida, totalidade, renascimento, criação, harmonia, desenvolvimento, pureza, tranquilidade e ascensão.

Milho: Prosperidade, riqueza, crescimento e abastança.

Montanhas, vales e nuvens: provoca um maior relacionamento entre as pessoas. Firmeza, durabilidade. Ascensão espiritual, impassibilidade, esconderijo, realização, revelação e ideal. Ótimo para comércio, restaurantes, etc.

Navio: Criatividade, aventura, alegria, coragem, proteção, mental e adaptação.

Nuvem: Relaxamento, feminilidade, fecundidade e transformação.

Palavras: Dependendo do significado das palavras teremos a resposta fisiológica.

Pedra: Eterno, imutável, força, concentrada e proteção.

Rosa: Amor, simpatia, romance, alívio, ativa o chakra cardíaco, segredo e complexidade.

Rua: Novas experiências, contatos, vivência e vida.

 

Fonte de pesquisa: Helio Couto

 

Com muito amor,

Ana Maciel

O difícil exercício de viver sem julgamentos

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Parece que é uma obrigação ter uma opinião formada sobre tudo. A grande questão é que “essa opinião formada” esta carregada de julgamentos e temos o hábito de polarizar tudo, entre bom e mal, certo e errado ou ainda entre feio e bonito. Precisamos aprender o caminho do meio, entendendo assim que nada precisa ser totalmente certo ou errado, é apenas um ponto de vista baseado nas minhas vivências, crenças e valores.

Quando eu estou no julgamento eu acabo criando a ilusão de ficar aprisionada naquela opinião, como se não fosse permitido mudar de ideia. Quando eu entendo que tudo é um ponto de vista e de que a vida está o tempo inteiro se transformando eu me liberto dessa necessidade de julgar.  E eu me permito assim perceber todas as infinitas possibilidades que tenho.

Como naquela música do Raul Seixas que diz:  “… Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo…” precisamos aprender que somos sim metamorfoses, estamos em construção o tempo inteiro e não podemos nos prender a opiniões formadas, porque tudo muda, sempre, inclusive a nós mesmos.

A nossa visão é extremamente limitada, nunca conseguimos ver o quadro completo. Isso porque “essa visão” é formada pelas nossas experiências que é o que forma a nossa mentalidade. Essas vivências estão carregadas de emoções, formando assim um julgamento parcial dos fatos. As nossas escolhas são baseadas nesses julgamentos parciais. Percebe o círculo vicioso que estamos envolvidos? Uma das formas de sair desse círculo é entendendo os princípios da comunicação não violenta – CNV.  Ela foi sistematizada pelo psicólogo americano Marshall Rosenberg na década de 60. Ele tem um livro com este mesmo título.

A CNV é uma abordagem de comunicação autentica e “desarmada”. É quando permitimos nos comunicar sem a necessidade de atacar ou nos defender. Essa forma de comunicação agressiva, foi nos ensinada ao longo da vida e que faz parte do inconsciente coletivo. É como se eu precisasse ganhar a discussão, sempre com a intenção de estar certa e para isso o outro precisa estar errado e eu preciso ataca-lo para conseguir isso. É preciso ampliar a consciência para perceber que isso é uma grande ilusão.

 

As análises que fazemos dos outros são, na verdade, expressão das nossas próprias necessidades e dos nossos próprios valores. Marshall B. Rosenberg

 

É importante entendermos que é preciso criar conexão com as pessoas e nos livrarmos assim, da necessidade de estarmos sempre certos. Isso não significa dizer que precisamos “engolir sapos”, muito pelo contrário. A CNV nos ensina a nos expressarmos sempre, de forma clara e harmoniosa. Para isso, é preciso aprendermos a expressar os nossos sentimentos e falar das nossas necessidades, sendo sinceros conosco mesmos.

Ao invés de julgar o outro, precisamos expandir a consciência para entender que por trás de um comportamento existe necessidades a serem atendidas. Quando entendemos isso, tudo fica mais leve e nos libertamos da necessidade de gerar expectativas e acumular mágoas e ressentimentos.

Para praticar a CNV é preciso entender que é importante “baixar a guarda”, focar na conexão entre as pessoas, aprender a ter empatia e compaixão e ainda entender que aprender a não julgar é um processo e por isso deve ser consistente. Isso porque o hábito do julgamento está enraizado no nosso sistema.

E para efetivamente viver os princípios da CNV é preciso ainda: observar a pessoa que está falando sem julgamento, perceber quais os sentimentos que estão envolvidos no processo, entender quais as necessidades por trás e ainda perceber qual o pedido a pessoa esta fazendo, direta ou indiretamente.

Viver sem julgamento é viver livre para “saborear” o agora. Libertando-se assim do peso de estar sempre certo e ter uma opinião formada sobre tudo.

 

Com muito amor,

Ana Maciel

O que a pandemia do coronavírus está nos ensinando

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Toda crise é uma ótima oportunidade para se reinventar. O momento atual pede criatividade, revisão de valores e criação de novos hábitos. O coronavírus está nos obrigando a repensar muitas coisas, aceitar que somos todos iguais e que ninguém consegue viver sozinho. O isolamento social tem sido um convite para muitos aprendizados, para perceber isso, é preciso tirar o foco das notícias trágicas e entender que é possível sim, ver a “luz no final do túnel”.

Primeiramente precisamos voltar o nosso olhar pra nós próprios. Se cuidando e seguindo as regras de prevenção. Ao fazermos isso, estamos também cuidando dos outros. Todos precisam se proteger, independente da classe social, crença ou raça. Cuidar de si significa respeitar o outro, é uma linda lição para se aprender.

O ser humano, de uma forma geral, se esqueceu da sua humanidade em prol da busca incessante pelo ter. Trabalhando cada vez mais, consumindo muito, dormindo pouco e sem tempo para as pessoas que ama. Parece que a busca pelo materialismo não tem limites, e a insatisfação ganha assim, um espaço muito grande. A impressão que se tem é que nunca é o suficiente, sempre correndo atrás de mais e mais bens, na ilusão de encontrar a felicidade nas coisas. E com tudo isso o homem se esqueceu do que realmente importa: ele estar bem consigo mesmo.

O que o ser humano tem de mais bonito é o seu interior. A solidariedade está aflorando a todo o momento.  Muitas pessoas estão se unindo em orações em prol da mesma causa. É um convite para a reconexão com a fé, independente da crença, para assim acreditar, que isso vai passar também. E quando tudo finalmente acabar, seremos melhores e faremos escolhas mais conscientes, por que iremos aprender, pela dor e pelo medo, que ninguém é melhor do que ninguém. E quando eu ajudo o meu vizinho que está com dificuldades eu me sinto muito bem. E é o que importa, o quanto de bem que eu consigo fazer para o outro, sem me importar quem é o outro.

A solidariedade das pessoas está nos mostrando que é possível sim ter esperança, que nem tudo está perdido. Podemos ser muito mais solidários, disseminando assim o amor. Quanto mais nos unirmos nesse momento, mais fácil e leve será o nosso futuro.

Todos os dias eu gravo um áudio de fé e esperança e envio sem custo para uma lista de transmissão do WhatsApp, se você quiser receber basta enviar o seu nome completo para 54 99907-1978.

Você não está sozinho, estamos todos juntos e sairemos muito melhores.

 

Com muito amor,

Ana Maciel

A dualidade de estar sozinha

Somos a soma de toda a nossa ancestralidade. Carregamos no nosso DNA registros de todas as crenças, sonhos, decepções e tragédias que fizeram parte daqueles que vieram antes de nós. A nossa maneira de pensar é um mistura de tudo isso, o que vivemos e que carregamos em honra aos nossos ancestrais.

Mensagem Colorida de Tumblr

Cada vez mais convivemos com mulheres bonitas, bem resolvidas e sozinhas. O que acaba, muitas vezes gerando uma dualidade, entre o que ela de fato quer e acredita e aquilo que as pessoas esperam dela. Aquele conflito interno, em que muitas vezes, no silêncio dos seus pensamentos, vem a tona todos os seus medos e inseguranças: mas será que tem alguma coisa errada comigo?

Muitas mulheres cresceram ouvindo que precisavam casar, ter filhos, serem ótimas donas de casa, cuidando assim da sua família. Essas crenças coletivas ficam muito evidentes quando se ouve perguntas do tipo: quando você vai casar? Quando você vai ter um filho? Como você vai dar conta sozinha? E tantas outras que estamos tão habituadas a ouvir. Parece que existe uma pressão coletiva para seguir a “normalidade”. E sendo assim, para conseguir ser plenamente feliz é preciso ter a “cara metade” do lado, construindo uma vida de “conto de fadas” juntos.

E toda essa pressão, evidentemente, gera um monte de conflitos. Seja quando existe uma relação abusiva e o medo de impor limites. Ou ainda a busca incessante por encontrar alguém e assim a felicidade plena.

Tudo isso são crenças coletivas que estão enraizadas em todo o nosso sistema. E mesmo que você seja completamente contra, acreditando que pode sim se sentir completa sozinha e ser feliz assim, o peso de tudo isso vai te impactar uma hora ou outra.

Foi isso o que nos foi ensinado ao longo dos séculos: mulher não tem voz ativa, é o “sexo frágil”, não consegue se defender ou se sustentar sozinha… e aquelas que fogem as regras acabam tendo que ouvir piadinhas sobre isso, eventualmente.

Por tanto tempo compramos a ideia de que precisávamos de alguém para nos validar, que muitas vezes vem a dúvida a mente: será que serei feliz se ficar sozinha?

A dualidade que existe entre desejar expressar toda a vida que existe dentro de si, buscar incessantemente a conquista de um “lugar ao sol” e o peso de todas essas crenças que impactam a nossa vida, acaba ficando pesado as vezes. Por isso aquele “vazio” no peito, a intranquilidade de ser solteira, baixa autoestima e por aí vai.

A mulher está sim assumindo um papel lindo, com toda a sua amorosidade e dedicação, que são características natas. O que consequentemente faz ela se destacar, se sentir valorizada e entrar em sintonia com esse fluxo, o da abundância. Consequentemente ela só vai admitir uma relação que esteja em acordo com tudo isso, ou pelo menos é o que deveria acontecer. Não se diminuir para caber na vida de alguém.

E como resolver essa dualidade?

Primeiramente aceitando-se. Reconhecendo sua essência, o que realmente é importante e o que faz sentido para você. Aceitando assim também que o fato de você estar se desenvolvendo e buscando o seu lugar, vai deixa-la mais seletiva sim, e está tudo bem.

Precisamos aprender que não existem regras para a felicidade. Ela está dentro de cada um, com sua individualidade e desejos próprios. Cada fase da vida é um momento único e exclusivo e é preciso respeitar isso e aprender a viver intensamente cada um deles, sozinha ou não.

E preciso também se sentir completa na sua essência, não é o outro que trará a felicidade, ela está dentro de cada um. E esse talvez seja o aprendizado mais importante.

A prova dos nove de que isso foi superado, é quando se ouvir as tais piadinhas e as velhas perguntas de sempre, e não sentir mais nenhum sentimento ou sensação de ser diferente, ou inferior, ou ainda de não se enquadrar na “normalidade”. Apenas é assim.

Escolha viver todos os dias de acordo com o que faz sentido para você e busque se curar de tudo aquilo que faz você ir contra a sua essência. É exatamente por isso que estamos aqui, cocriando essa realidade, para nos curarmos e assim liberar a nossa ancestralidade e permitir que nossos descendentes não precisem carregar esses pesos também.

Parece pesado? Talvez seja, depende da perspectiva. Procure fazer tudo isso com leveza, no seu tempo e se divertindo a cada aprendizado e tomada de consciência.

Pense nisso!

Com muito amor,

Ana Maciel

 

 

 

3 pilares para a evolução

A vida de uma forma geral está sempre evoluindo, é um processo natural. A terra, que é um organismo vivo, também passa por isso. E o homem, que faz parte disso, também precisa evoluir. Quanto mais o ser humano aceitar isso, mais paz ele terá no seu coração.

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Basicamente, é preciso três coisas para haver a evolução:

1° Autoconhecimento – não existe evolução sem isso. Não tem como mudar o que não se conhece. Simples assim!

É necessário entender-se e saber como você funciona. Isso porque cada pessoa funciona de um jeito, o que parece óbvio para um, talvez não seja para o outro e vice versa. E evoluir tem haver com entender isso também. Cada pessoas tem as suas próprias crenças, vivências e por isso funciona de um jeito exclusivo. Saber reconhecer isso faz todas a diferença.

Quando você volta o teu olhar para você mesmo, se concentrar em quem você é de verdade, você começará a se libertar da necessidade de controlar o outro, por entender e aceitar que ele é diferente de você. E assim não faz mais sentido julgar o outro.

Todos nós estamos na terra, nesse momento, com o propósito maior da evolução, quanto mais aceitarmos esse fato e realmente entrarmos no fluxo da transição planetária, menos sofrimento encontraremos no caminho. O que significa dizer também, que todos somos muito parecidos energeticamente, por isso fomos atraídos para cá. Entendendo isso, não tem razão nenhuma para julgar o processo do outro, porque somos iguais energeticamente e estamos no mesmo barco.

A lei do espelho ajuda muito no processo de autoconhecimento. Ela ensina que só reconheço no outro aquilo que tenho dentro de mim. Em maior ou menor escala. Tudo aquilo que incomoda no outro, de alguma forma está apenas refletindo o que temos dentro de nós. É aceitar isso é desenvolver o autoconhecimento. E para evoluir é necessário primeiro reconhecer-se  e aceitar-se do jeito que somos. E a partir disso iniciar a mudança.

Autoconhecimento tem haver com entender a própria essencia. Que é aquilo que nos faz vibrar. E quando se consegue ajustar todos os pilares da vida com a própria essência, existe a paz e a felicidade. Qualquer coisa diferente disso gera o sofrimento, por isso é importante também, entender o que traz o sofrimento para conseguir desenvolver o autoconhecimento.

2° Conhecimento – conhecimento é poder. Principalmente poder de escolha. É preciso ter entendimento como o universo funciona, as leis universais, sobre o que é Deus, para que assim se possa evoluir. Não tem como evoluir as cegas, sem entender o real propósito da evolução. Por isso é necessário estudar sempre e principalmente, sentir prazer nisso, para não ficar cansativo. Tudo aquilo que fizemos por obrigação não dura.

Quando mais clareza se tem da missão, do propósito mais fácil fica a caminhada. E se consegue isso através do conhecimento, da pesquisa e de muito estudo.

3° Solidariedade – não existe evolução sem aprender a ajudar o outro. Sem sentir compaixão, empatia e aceitar as pessoas como elas são.

É bem importante entender que é ajudar o outro na necessidade que ele tem, sem esperar nada em troca. E aí entra muitas opções, pode ser ajuda material, ou na forma de conselhos, entendendo e aceitando sempre.

Para evoluir é necessários esses três pilares.

Com muito amor,

Ana Maciel

Crianças índigos e cristais

Já faz muito temos que a transição planetária iniciou na terra. Já li que ela começou com a vinda de Jesus para cá, foi esse o ponta pé inicial para vivermos no planeta de regeneração. Acontece que nós, de uma maneira geral, somos extremamente lentos no quesito evolução, nós demoramos muito para desapegar dos velhos sentimentos e velhas crenças. Somos resistentes mesmo e por isso ainda estamos assim, sofrendo e preocupados com o material.

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As esferas superiores, por misericórdia divida e pelo amor incondicional que Jesus tem por nós, nos auxiliam muito nesse processo. E as crianças índigos e cristais tem muito haver com tudo isso.

Lembrando, que tudo o que eu trago no meu blog é baseado nas minhas pesquisas, vivências e na minha interpretação pessoal dos fatos. Peço que você filtre o que está lendo, o que fazer sentido para você, absorva ao seu conhecimento e descarte aquilo que não faz.

As crianças índigos começaram a vir para a terra já faz muito tempo. O propósito delas sempre foi o de auxiliar na transição planetária. ou seja de trazer novos conceitos e formas de viver, quebrando velhos paradigmas e imprimindo na nossa existência o amor e a importância do coletivo.

Essas crianças vieram com muito conhecimento, capacidade de agir, porém com pouca inteligência emocional. Elas se depararam com pais que não conseguiam entende-las, com uma sociedade egoísta e não conseguiam lidar com a frustração e a decepção.

O resultado disso foi que essas crianças foram muito revoltadas e questionadoras. Elas não conseguiam aceitar bem as regras que não faziam sentido para elas, se sentindo assim desconectadas com o meio, não aceitando a liderança de quem elas não conseguiam concordar.

Em consequência disso, foi que boa parte dessas crianças se perderam do seu propósito. Hoje, muitas delas são viciadas em álcool, drogas e tantos outros vícios. Isso porque ficou “pesado” demais para elas a missão. Aquelas que conseguiram superar essa fase da revolta estão por aí, fazendo um lindo trabalho.

A partir do ano 2000 começou uma nova fase desse processo. Começou a chegar na terra as crianças cristais. Elas vieram com o mesmo propósito das índigos, de ajudar na evolução do ser humano. Só que elas são espíritos mais evoluídos, tendo assim mais capacidade de lidar com as suas próprias emoções.

Essas crianças são muito mais calmas, tem muito conhecimento e capacidade de lidar com as adversidades. Elas, assim como as índigos aceitaram o missão de trazer para a terra novas crenças. Ajudar o ser humano a respeitar todas as formas de vida, e valorizar o coletivo  e despertar para o amor incondicional.

Nós estamos passando por uma transição planetária, onde evoluir é necessário. Podemos seguir o fluxo, aceitar e aprender a nos curarmos das nossas sombras. Ou resistir a esse processo natural e sofrer. É uma escolha.

Desejo a você um lindo despertar!

Com muito amor,

Ana Maciel

Transição planetária e a data limite

Tudo precisa evoluir, todas as formas de vida precisam passar por isso, e como o nosso planeta é um organismo vivo, ele também evolui. É um processo natural, faz parte da vida.

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Hoje eu trabalho com uma terapia mais espiritualizada, de uma forma muito neutra, sem vínculos com religiões ou dogmas. E como espiritualista eu consigo entender que nos fizemos parte de um todo e que não somos isolados e o planeta terra precisa de nós para evoluir, porque estamos juntos nesse processo.

E neste momento temos um vírus, mostrando para o mundo inteiro o quanto que o ser humano é frágil. Ele está nos ensinando o quanto que nos precisamos uns dos outros, e que não estamos alheios ao que acontece no outro lado do mundo. Tudo nos afeta de uma forma ou de outra. E a pandemia está nos ensinando que tudo o que eu faço, a forma que eu vibra afeta todo o planeta, de uma forma ou de outra, porque estamos todos conectados.E tudo isso que está acontecendo tem haver com a data limite de 2019.

Analisando sobre o prima da evolução, o ser humano ainda é considerado uma criança que está aprendendo a dar os seus primeiros passos. Visto que ainda vibramos no medo, desespero, apego, egoísmo, individualismo e ganância. E muitas vezes sem se importar com o todo.

Quando o homem pisou na lua e começou a construir bomba atômica, soou um sinal de alerta para os seres mais evoluídos. “As crianças” estão aprendendo a usar tecnologias importantes sem ter discernimento moral para usa-las. Ou seja, o homem pensa em usar somente para benefício próprio, adquirindo poder para controlar os outros.

Tudo o que acontece na terra afeta todo o cosmo, porque estamos todos conectados. Imagine se houvesse uma terceira guerra mundial, iria afetar todo o sistema planetário. E é sobre isso que se refere a data limite, evitar entre outras coisas, essa catástrofe.

Diante de tudo isso, vem mais uma vez Jesus intervir em nosso favor. Isso porque ele nos ama incondicionalmente mesmo que, por ignorância, crucificamos ele numa cruz.

Em nome desse amor, Jesus nos concedeu o prazo de 50 anos, a partir do momento que o homem pisou na lua, para não entrarmos em guerra de extermínio. Nesse prazo receberíamos muita ajuda espiritual para despertarmos para algo maior. E foi exatamente isso que aconteceu, até janeiro de 2020 22% das pessoas estavam despertos ou despertando. O que significa dizer que essas pessoas estava começando a entender que é preciso pensar no coletivo sempre.

E assim conseguimos passar a data limite sem a 3° guerra mundial. Após passado esse prazo a terra receberia muita tecnologia para começar a viver em 5° dimensão e acelerar a transição planetária.

Mas você concorda comigo que enquanto seres humanos, ainda somos egoístas demais?  E daí vem um vírus que afeta o mundo inteiro e nos obriga a ficar em casa repensando a vida.

Será que tudo isso é coincidência?

Eu acho que não! Acredito que precisamos mais do que nunca, nos unirmos para sair juntos dessa situação aprendermos a aceitar o outro do jeito que ele é, com amorosidade e respeito.

Com muito amor,

Ana Maciel

Transição planetária, mudança da 3° para a 5° dimensão

Já faz um bom tempo que eu venho pesquisando sobre isto, porque é um assunto que realmente me interessa bastante. Diante da nossa atual situação, de tudo o que estamos vivendo e por estarmos sendo obrigados a ficar em isolamento social, em virtude da ameaça da pandemia, a transição planetária começou a fazer muito sentido para mim, e tudo o que eu vinha estudando até então.

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Antes de qualquer coisa é importante a gente entender, enquanto seres humanos,  que na terra não existe uma verdade absoluta, o que existem são pequenos fragmentos de uma verdade maior. Ou seja, entendendo isso não faz nenhum sentido dizer que para eu estar certa o outro precisa estar errado. As divergências de opiniões, podem ser apenas duas faces da mesma moeda, somente com uma perspectiva diferente. Por isso te convido a ler este texto sem julgamentos, apenas filtre o que faz sentido para você e o que não faz. Além disso, tudo que eu estou escrevendo aqui é baseado na minha interpretação pessoal dos fatos, o que não significa que as outras pessoas, que não concordam com isso estão erradas. Fica muito mais sensato filtrar e agregar o que serve. Cada ser humano irá olhar os fatos baseado na sua vivência que ele teve até então, com isso quero te dizer que não pretendo afirmar que a minha verdade é absoluta, é apenas assim que eu interpreto.

Eu escuto falar sobre transição planetária há muito tempo. É preciso entender primeiramente, que tudo evolui o tempo todo, é um processo natural da vida. A tendência é que as coisas melhorem com o passar o tempo, faz parte da nossa realidade. E a terra, enquanto organismo vivo também precisa evoluir. E vamos combinar que o ser humano está sendo um “câncer” para o planeta. Desmatando, matando animais, destruindo tudo em prol do seu egoísmo e sede de poder. Só que a evolução é necessária, independente de qualquer coisa. A terra precisa dar um salto quântico.

Hoje nos vivemos em terceira dimensão. Que é quando as pessoas só acreditam no que conseguem ver, somente no material. Nessa dimensão o medo, o individualismo, o apego, a revolta, o egoísmo, a ganância e orgulho imperam. Tudo o que nós estamos vivendo, a nível global está em terceira dimensão. Só que a terra não comporta mais isso.

Se formos analisar de forma ampla, sem pensar nos nossos interesses pessoais, podemos concluir que a terra está sendo destruída pela nossa ignorância. Se continuarmos assim iremos não só destruir o planeta, iremos nos auto destruir também. Concorda comigo?

A transição planetária é uma questão de estado de consciência. Parar de viver em terceira dimensão e começar a perceber a 5 dimensão. Olhar para o coletivo, para toda a vida na terra e sentir-se parte de um todo. Não estamos isolados, todos fizemos parte e somos igualmente importantes nesse processo.

De uma maneira muito simplificada, transição planetária é expandir a consciência para sentir a quinta dimensão. Que não é um lugar, é sim um estado de consciência.

Em quinta dimensão tudo é diferente. O amor é o que prevalece sempre. A compaixão, a empatia, a sensação de pertencimento, a importância do coletivo, olhar para o outro com amorosidade e não com o julgamento, tudo isso faz parte da nova era, a qual estamos resistindo, de uma forma geral.

Em quinta dimensão existe a paz. A pessoa consegue ter amorosidade e entendimento. A transição planetária é sair do materialismo e ter uma vida muito mais leve e feliz.

A pandemia está nos unindo em orações, está instigando a solidariedade, independente de raça, classe social ou credo. Nesse momento somos todos iguais e estamos lutando em prol da mesma causa.

Tudo sempre tem um propósito e o coronavírus veio com esse intuído, de nos mostrar o que realmente é importante e vale a pena. A sermos mais humanos e olhar para o outro com amorosidade e respeito.

Te desejo, do fundo do meu coração, muita sabedoria e discernimento para enfrentar toda essa situação.

Namastê!

Ana Maciel

Toda a vida está em constante transformação

Vida agitada, estresse, ansiedade, vontade louca de pedir para tudo parar, pelo menos por um instante…

E de repente o seu pedido virou realidade!

E agora? O que fazer com tanto tempo ocioso?

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Tudo evolui, toda a vida está em constante transformação, esta é a regra. A terra é um organismo vivo e que precisa evoluir também. Há muito tempo se vem falando em transição planetária, eu particularmente ouço falar disso há anos. No começo não entendia muito bem o que era exatamente isso, mas com o tempo as coisas começaram a ficar claras e a fazer muito sentido para mim.

Qual é o maior obstáculo para a evolução da terra? Sem sombra de dúvidas é o homem. O ser humano está destruindo toda a vida que existe, inclusive ele próprio. Por puro egoísmo, ganância e sede de poder. Mas para quê?

Somos criaturas divinas, todos temos uma centelha divina que nos faz ter noção do que é certo e errado. E sempre que se comete algo que vai contra isso, vem o peso na consciência, remorso e um vazio enorme no peito. Isso acontece porque lá no fundo, em última instancia sabemos que o que importa de verdade é o coletivo, a minha felicidade jamais estará completa, enquanto alguém do meu lado estiver sofrendo.

E a vida nos coloca diante de um inimigo global com o intuído de repensarmos a nossa própria existência. O que realmente vale a pena?

Vale a pena essa busca incessante pelo “ter”? Se “ter” fosse sinônimo de felicidade, nenhum rico teria depressão.

Vale a pena sermos tão egoístas, só olharmos para o nosso próprio umbigo e esquecer das pessoas ao nosso redor? Se isso fosse ajudar, não teríamos tantas doenças.

Mas o que vale a pena então?

Eu acredito que o isolamento social está nos convidando para repensar a nossa própria vida. perceber o que realmente vale a pena manter, olhar para as nossas fraquezas e reconhecer as nossas virtudes.

O isolamento social é algo que precisa ser encarado com seriedade, estamos enfrentando uma ameaça real. Não se permite sair dessa situação igual como entrou.

Observe como você se sente diante de tudo isso, e comece aos poucos a se desenvolver. A deixar de lado todo o orgulho, egoísmo, apego e revolta que existe em seu coração.

Busque pela paz, tenha isso como meta de vida. Ficar em paz com a sua consciência, ela é o seu melhor guia. Ouça, entenda e aceita o que ela te diz.

Quando você aceita isso, permite-se mudar, você contribui para a mudança de todo o mundo. Pelo simples fato de que somos seres energéticos e influenciamos sim as pessoas ao nosso redor. Pela nossa sombra ou pela nossa luz.

E quanto mais pessoas entenderem isso, mais rápido sairemos dessa situação e poderemos dispensar o “professor” chamado coronavírus. Por que entenderemos assim, que sozinhos não somos ninguém, sem paz no coração não vale a pena viver e que juntos somos invencíveis.

Eu acredito nisso e torço para que o máximos de pessoas possíveis, possam entender também.

Namastê!

Ana Maciel