O que é inteligência emocional?

O que você tem feito para ser uma pessoa mais calma, mais feliz, mais realizada, mais disposta e mais motivada? O que você tem feito para ser menos estressado, menos ansioso, para sentir menos raiva, menos rancor e ressentimentos?

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Segundo Daniel Goleman, que é considerado o pai da Inteligência Emocional (IE), ela é composta basicamente de cinco pilares: Autoconhecimento, autocontrole, automotivação, empatia e relações sociais. E a boa notícia é que a IE pode ser desenvolvida em qualquer época da vida, bastar querer.

Para o autoconhecimento é preciso a auto observação, ter a clareza  dos sentimentos e que o desencadeia. Pensamentos geram sentimentos, que geram ações e consequentemente geram resultados, e isto é um circulo vicioso, quanto mais pensamos, mais alimentamos aquele sentimento e vice-versa. E na grande maioria das vezes isto é inconsciente, pela força dos hábitos. Estima-se que cerca de 95% dos nossas ações sejam por força dos hábitos, ou seja na grande maioria das vezes nós não temos consciência dos nossos sentimentos. Por isto o autoconhecimento é tão importante, porque ninguém consegue mudar o que não conhece.

 

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Já o autocontrole é a capacidade que temos de raciocinar mesmo diante de uma situação de tensão. Augusto Cury diz que 30 segundos entre ouvir e reagir são suficientes para darmos uma resposta mais consciente. Isto porque a primeira parte do nosso cérebro acionada é o sistema límbico, que gerencia as nossos emoções, a informação chega ao neo córtex, responsável pela parte consciente, somente depois disto. Por isto que muitas vezes falamos algo no “calor da emoção” e depois nos arrependemos, porque conseguimos pensar melhor. E você deve estar se perguntando: – Mas como eu faço para ter mais autocontrole?

O primeiro passo para haver uma mudança é a tomada de consciência, é entender que é necessário se controlar melhor diante das adversidades do dia a dia e após isto entrar em ação, agir diferente. E isto é treino!

A automotivação é conseguir encontrar o porquê fazemos o que fazemos. Muitas vezes as pessoas esperam que seu chefe, líder, supervisor… as motivem. Mas na verdade a motivação é interna. Somos nós que precisamos encontrar sentido no que fizemos, e quando delegamos esta tarefa ficamos de certa forma “dependentes” de outras pessoas.

A empatia é a capacidade que temos de nos colocarmos no lugar do outro. Cada pessoa é diferente uma da outra, isto é fato! Cada uma pensa de uma maneira, e é inútil tentar fazer a pessoa pensar como nós. O que podemos fazer é procurar entender os motivos dela, o porquê ela age daquela maneira. Quando fizemos este movimento, muitas vezes nos surpreendemos com o resultado. Talvez se estivéssemos na “´pele” do outro agiríamos exatamente igual a ele.

Já relações sociais é nos relacionarmos bem com todas as pessoas, independente da sua personalidade. Parece difícil? Se colocarmos em prática a empatia com certeza esta tarefa será bem mais fácil.

A grande maioria das doenças começam no emocional, na nossa incapacidade de lidarmos com as nossas emoções. Inteligência emocional é isto! Ter autocontrole, saber ouvir o outro e manter a harmonia independente do lugar em que se esteja.

 

De contadora a coach

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Desde pequena eu tinha um sonho muito grande de fazer faculdade, naquela época na minha família não era algo comum, logo para mim era algo muito distante. E em janeiro de 2008 eu consegui realizar este sonho concluindo a faculdade de ciências contábeis.

Logo que me formei já comecei a trabalhar na área e em apenas 1 ano eu tive uma grande oportunidade de trabalhar como contadora responsável de uma empresa aqui da cidade. No começo eu amava ser contadora. Mas com o tempo aquela rotina começou a me cansar. Eu comecei a ficar muito estressada, sem tempo para nada e constantemente me questionando se aquela era realmente a vida que eu tinha idealizado para mim. Mas o que fazer? Eu só sabia fazer aquilo, tinha estudado tanto para simplesmente desistir de tudo? Como assim? Eu não conseguia achar uma saída…

E a vida seguia naquele ritmo estressante, lembro muito bem quantas vezes eu perdi a paciência com a minha filha, pequena naquela época, que por frustação com a minha profissão eu acabava não dando a atenção que ela merecia.

Eu tinha a impressão que seria daquele jeito pelo resto da minha vida… Lembro de sentir um aperto no peito todos os dias e não tinha a menor ideia de como resolver tudo aquilo.

Em 2012 eu consegui ver uma luz no final do túnel. Por influência do meu namorado da época, me inscrevi num curso que mudaria a rumo da minha vida. Em maio de 2012 eu comecei o treinamento da Dale Carnegie e fiquei encantada com as infinitas possibilidades que me surgiram. Ali eu percebi que eu não precisava ser uma contadora infeliz pelo resto da vida.

Gostei tanto da experiência que nunca mais parei. Em pouco tempo eu fiz mais 6 cursos da Dale Carnegie e fui convidada para ser trainer e ministrar o treinamento que mudou a minha vida. Aceitei na hora!

 

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Durante esta certificação eu ouvi falar pela primeira vez em coaching, como tinha ficado com muitas dúvidas sobre isto e havia me interessado bastante resolvi procurar algo mais aprofundado. Em menos de 5 meses eu estava concluindo a minha certificação de coaching pelo Instituto Brasileiro de Coaching e aí que a minha vida começou a realmente fazer sentido.

Pouco tempo após já comecei a fazer as minhas primeiras palestras e os primeiros atendimentos. Quanta diferença! Eu realmente estava amando ajudar as pessoas a encontrarem os seus caminhos, assim como eu estava encontrando o meu.

É evidente que no começo foi muito difícil conseguir clientes, naquela época eu trabalhava metade do tempo como contadora e a outra metade como Coach. Mas minha primeira profissão estava se tornando cada vez mais “pesada”, eu não tinha mais vontade nenhuma de trabalhar naquilo, completamente desmotivada e sem ânimo para continuar. Foi aí que tomei mais uma importante decisão, abandonar de vez a carreira contábil.

Tomei esta decisão há 2 anos atrás e de lá para cá a minha vida mudou radicalmente. Teve um episódio com a minha filha que me deu a certeza que fiz a escolha certa. Ela chegou da escola e veio conversar comigo, logo em seguida me disse: Mãe eu jamais teria te contado isso se você ainda fosse contadora… Ali eu tive a certeza de que tudo valeu a pena.

Hoje eu sou Coach, terapeuta holística e psicoterapeuta especializada em inteligência emocional feminina. Estou muito satisfeita com a minha carreira e com os resultados que venho colhendo. 2017 está sendo um ano muito promissor já fui até Belém do PA ministrar um treinamento e provavelmente retorne ainda esse ano para ministrar outro, bem como tenho feito muitas parcerias, algumas com profissionais de outras cidades e logo, logo irei ministrar cursos em Lages, Florianópolis e Caxias do Sul.

Eu sempre falo para a minha filha “jamais desista dos teus sonhos, jamais aceite que alguém diminua o valor deles”, foi exatamente isso que eu fiz. Eu queria uma vida diferente para mim, com mais paz e harmonia e corri atrás até conseguir.

Pensei muitas vezes em desistir, fazer transição de carreira é algo muito assustador, mas eu não queria ser mais uma pessoa estressada, ansiosa e infeliz. Esperando que a sexta-feira chegasse, contando os feriados no calendário, sonhando com as férias e odiando todas as segundas. Eu acreditei que seria possível ser diferente, viver diferente, e eu consegui! E se eu consegui, qualquer pessoa também pode!

Quais são os seus vícios emocionais?

Sabe aquele comportamento desagradável que você tem, não gosta dele mas vive repetindo? Pode ser um vício emocional.

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Todos nós temos alguns tipos de vícios emocionais que podem ser por exemplo o vício de mentir, de ter inveja, de sentir raiva, de ser humilhado, de mal tratar alguém, ou de ser mal tratado, de tristeza, de ser grosseiro, de ser vítima, de sentir culpa, de carregar as pessoas nas costas, de ser dependente, entre outros. A grande questão é saber qual é o seu maior vício.

 

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Geralmente esse vício se inicia na infância e na vida adulta nós procuramos repetir o ciclo porque nosso organismo já se acostumou com a química gerada por ele. Por exemplo se você cresceu com o seu pai sendo grosseiro com você, você pode desenvolver o vício de procurar pessoas que te tratem da mesma maneira.

Os vícios emocionais são tão devastadores que mesmo quando você não esteja passando por aquela situação você procura até encontrar. Tudo isso inconscientemente, porque você precisa alimentar aquele vício. Conhece alguém viciado em problemas? Mesmo quando tudo está em paz, a pessoa acha algo que não esteja bom para criar um problema e assim ela poder reclamar. Isso é um vício emocional.

É importante entender que todos nós temos algum tipo de vício emocional,  que precisamos repetir em maior ou menor intensidade.

Augusto Cury fala que nós precisamos aprender a questionar as nossas emoções, não apenas aceita-la. Quando aceitamos aquilo como normal, nós acabamos virando reféns dos nossos sentimentos. E se eu aceito aquela raiva, mágoa, rancor ou medo intenso como normal porque eu vou me esforçar para mudar, não é mesmo?

E daí já identificou algum tipo de vício emocional que você tenha?

É muito fácil identificar vício nas outras pessoas, o grande desafio é olhar para dentro e achar os nossos. E somente estes nós podemos mudar, porque ninguém muda ninguém, somente a si próprio.

O primeiro passo para haver a mudança é a tomada de consciência. É você identificar qual é o vício que você alimenta. Depois de identificar entrar em ação para resolver ou pelo menos amenizar a situação.

Uma dica que ajuda muito é questionar aquele sentimento, entender o que desencadeou a emoção. Qual foi o gatilho que originou pensamentos que resultaram no sentimento tóxico. E você pode estar pensando: nossa isso é muito difícil!

Identificar os nossos vícios não é uma tarefa fácil. Toda mudança requer tempo e dedicação. O que precisamos nos conscientizar é que se não houver a mudança iremos carregar o vício por toda a nossa vida.

Uma vez eu escutei uma definição muito interessante sobre isto. Imagine que você passou a vida inteira construindo um castelo. Neste castelo estão todos os seus sentimentos, crenças, enfim tudo aquilo que você acredita. De repente você acorda e decide mudar, não quer mais sentimentos tóxicos e comportamentos sabotadores. Ótimo!  Excelente tomada de consciência! Só que você não conseguirá reconstruir o seu castelo do dia para noite, demorará um tempo para isto acontecer. Só que a maioria das pessoas sempre tem pressa, quer resolver tudo para ontem. É preciso entender que você demorou 20, 30, 40 anos ou mais para construir todo o castelo e não irá conseguir reforma-lo num único dia. A boa notícia é que você não precisará de outros 20, 30, 40 anos para fazer isto. Mas precisará sim de muita paciência e muita persistência.

Pense nisto!

O que significa felicidade?

Tem uma frase muito interessante que diz que a nossa vida é 10% do que acontece conosco e 90% como nos reagimos a isso. O que significa dizer que a mesma coisa pode acontecer com duas pessoas e uma pode ficar feliz e a outra ficar insatisfeita.

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Iniciei a leitura do livro A Arte da Felicidade e fiquei me questionando sobre este tema. O que diferencia uma pessoa feliz de uma infeliz? A resposta mais coerente que encontrei é que felicidade é um estado de espírito.

Tem uma frase muito interessante que diz que a nossa vida é 10% do que acontece conosco e 90% como nos reagimos a isso. O que significa dizer que a mesma coisa pode acontecer com duas pessoas e uma pode ficar feliz e a outra ficar insatisfeita. Mas porque tanta diferença?

Logo nas primeiras páginas fala de um fato muito intrigante que nos ajuda a entender esta situação. Ele diz que o nosso estado metal sofre forte influencia da nossa tendência de comparação, seja com os outros, seja com o nosso passado. Se você se comparar com alguém que tenha mais dinheiro, um carro melhor e uma carreira mais bem sucedida, isto irá minar a sua felicidade. Por outro lado se você se comparar com alguém que tenha menos condições que você, seu grau de satisfação será muito maior. E essa comparação é inconsciente, você muitas vezes nem percebe isso.

 

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Ainda segundo o livro pesquisadores realizaram uma série de experiências e demonstrações de que o nível de felicidade de uma pessoa pode se elevar através de uma simples mudança de perspectiva e de visualização de como as coisas poderiam ser melhores.

Se você parar por um instante e se questionar: “fico feliz por não ser…” você irá perceber a diferença na sua satisfação. Te desafio ainda a ir um pouco além, encontre cinco razões para você ser feliz por não ser… pode ser por exemplo, sou feliz por não ser doente, não ser corrupto, não ser mal humorado, não ser desonesto…

Depois de responder as cinco razões você irá perceber um aumento considerável no seu grau de felicidade e bem estar.

Outra questão interessante de destacar é a importância de aproveitar os pequenos momentos de felicidade. Ela é tão sutil que muitas vezes passa desapercebido, como a felicidade de um abraço ou na apreciação de uma flor.

O filme O Pode Além da Vida fala exatamente disso. Ele conta a história de um mestre que ensina um jovem atleta que só pensa em vencer. Um dia ele levou o jovem para um passeio numa montanha, dizendo a ele que quando eles chegassem ao local ele veria algo muito belo. Durante todo o trajeto o jovem reclamou da demora, reclamou do calor, enfim só reclamava. Quando chegaram o mestre disse: chegamos podemos ir embora. O jovem muito irritado não entendeu nada, o mestre por sua vez explicou a ele que a felicidade está no caminho, não no destino. Durante todo o percurso o jovem perdeu a oportunidade de aproveitar a paisagem, de sentir o perfume das flores por sua impaciência.

E você consegue aproveitar a felicidade do caminho?
Pense nisto!

Você é carrasco de si mesmo?

O que você pensa determina o que você sente. O que você sente determina o que você registra na sua memória. O que você registra na memória determina quem você é. Cuidar da qualidade da sua vida é cuidar dos seus pensamentos.

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Você acorda cansado? Tem dores de cabeça com frequência? Tem dificuldade de conviver com pessoas de diferentes tipos de personalidade? Cuidado você pode estar sendo vítima das suas emoções.

Acordar cansado significa que você está gastando mais energia do que repõe. Pensar nos problemas antes de dormir, ficar remoendo sentimentos negativos é um gasto de energia emocional inútil, o que o Augusto Cury chamar de GEEI. É quando você fica remoendo demais uma situação e não chega a conclusão nenhuma, só gasta energia e quando você faz isto antes de dormir, compromete seriamente o seu sono.

 

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Quem te problemas de autocontrole emocional tem como consequência a baixa autoestima. O que acarreta em intolerância a frustrações, muitas reclamações e a incapacidade de ousar. São pessoas eternamente insatisfeitas que parecem nunca estarem contentes com nada. Isto virá um vício e consequentemente um ciclo que se repete sempre. Para mudar esta situação a primeira coisa a se fazer é a tomada de consciência e após a ação.

No livro O homem mais inteligente da história Augusto Cury nos convida a refletir sobre as nossas emoções. Ele fala sobre o “agiota das emoções” que é aquele que se doa para os outros e cobra juros exorbitantes por isto. É aquela pessoa que vive para os outros, é incapaz de dizer não e também vive reclamando por atenção. Tem ainda o auto agiota que é aquele que cobra demais de si próprio, que se puni e se culpa demais por tudo.

Estamos vivendo a era dos “mendigos emocionais”, pessoas imaturas emocionalmente. Incapazes de reconhecer e lidar com as próprias emoções. Travam verdadeiras batalhas internas, remoendo mágoa, raiva, culpa e tantos outros sentimentos tóxicos. Fazendo com que uma simples gota d água vire uma tempestade.

No livro Augusto Cury diz que 90% dos nossos julgamentos são errados ou contaminados. Pense no impacto disto na sua vida! E como resolver esta situação? Tenho três dicas preciosas para lidar com as emoções para compartilhar contigo:

  1.        Se auto observe. Você precisa deixar de ser reféns das suas emoções. Quando perceber um sentimento tóxico tente entender o que você está sentindo;
  2.        Se questione! Está com raiva por exemplo, se pergunte o porquê. Analise o que desencadeou aquele sentimento. Na maioria das vezes as pessoas não fazem esta analise, deixando assim se levar pelas suas emoções sem entender claramente o que aconteceu. Aprenda a criticar as suas ideias negativas;
  3.        Ações positivas. Abraçar, elogiar  e sorrir mais são excelentes ferramentas de gestão emocional.

Cury diz também que o que você pensa determina o que você sente. O que você sente determina o que você registra na sua memória. O que você registra na memória determina quem você é. Cuidar da qualidade da sua vida é cuidar dos seus pensamentos.
Pense nisto!

Como Desenvolver a Inteligência Emocional?

Ter inteligência emocional é conseguir conquistar o equilíbrio entre o lado emocional e o racional.

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Todas as pessoas têm dentro da mente o lado racional e o lado emocional. Ter inteligência emocional é conseguir conquistar o equilíbrio entre os dois, este é o grande desafio.

Uma pessoa racional é aquela critica de mais, analítica, que só acredita naquilo que tem fortes referências anteriores, é aquela que consegue analisar friamente as situações. Por outro lado uma pessoa emocional é sensitiva, intuitiva, amorosa, romântica e sentimental.

Segundo Paulo Vieira o equilíbrio entre os dois lados te levará ao sucesso. Ele conta a história de uma senhora que o questionou, dizendo que não adiantava ter inteligência emocional porque não garantia o sucesso. Ela contou para ele que por anos se doou ao marido e as suas filhas, deixou todos os seus sonhos e desejos de lado para se entregar exclusivamente a família. Vivia para eles. O tempo passou e o marido acabou trocando ela por uma mais jovem.

Nós somos como um avião que precisa de duas asas para voar, um lado é a doação ao outro, servir e ajudar o próximo. A outra asa é cuidar de si mesmo, é olhar para dentro e ter sonhos, fazer o que se gosta e se amar de verdade. Na história da senhora faltou uma asa, e quando isto acontece em algum momento da vida se paga o preço porque o “avião da nossa vida” não consegue voar com uma asa só por muito tempo.

E você tem alimentado as duas asas?

Há algum tempo eu fiz uma palestra e uma pessoa que estava assistindo me procurou dias depois me relatando que depois que me ouviu começou a se analisar. Ela percebeu que na geladeira da sua casa tinha o doce que o marido gosta, a comida que a filha ama e nada das suas preferências. E na sua vida existe o equilíbrio?

 

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O pai da inteligência emocional, Daniel Goleman diz que para desenvolvermos a IE precisamos de 4 pilares:

  • Autoconhecimento – precisamos entender as nossas emoções, nada de dizer que não sabe o que está sentindo e nem o porquê. Precisamos aprender a nos questionar. Quando você estiver com raiva por exemplo, se questione o porquê daquele sentimento, não aceite ele, porque quando isto acontece você vira refém das suas emoções.
  • Autocontrole – além de saber identificar é necessário se controlar diante das emoções. Augusto Cury diz que 30 segundos após um momento tenso é o período que se fala coisas que trazem arrependimentos depois. Então aprenda a respirar um pouco antes de falar movido pelas emoções. Se possível saia do foco do problema para pensar um pouco. Assim você evitará magoar as pessoas ao seu redor.
  • Empatia – o terceiro pilar é saber entender as emoções do outro e conseguir se colocar no seu lugar.
  • Relações sociais – o quarto pilar é saber conviver com pessoas de diferentes tipos de personalidades. É aceitar as pessoas do jeito que elas são e não ficar tentando mudar as pessoas o tempo inteiro, isto só fará você gastar muita energia e você não conseguirá, porque a única pessoa que conseguimos mudar é nós mesmos.

Qual destes 4 pilares você tem mais desenvolvido? E qual deles você precisa dar mais atenção?

É preciso entender também o quanto as emoções negativas fazem mal para a nossa vida. Segundo pesquisas são as emoções que nos orientam diante de um empasse. Se você sente muita raiva, culpa, mágoa ou qualquer outra emoção negativa, logo elas controlarão a sua vida.
Pense nisto!

Por que Você Quer Emagrecer?

O seu motivo tem que ser mais forte do que a sua maior desculpa

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Sempre que definimos um objetivo, um detalhe que não pode faltar é o porquê queremos aquilo. Quando esse motivo é fraco qualquer distração te tira do foco.

O motivo que te leva a querer emagrecer tem que ser muito maior do que aquela vontade de comer doces, ou aquela preguiça de fazer atividades físicas. O motivo deve ser algo que te dê orgulho, para você bater no peito e falar “eu quero emagrecer por que…”.

 

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Roberto Shinyashiki diz que quando você não tem orgulho da sua meta, você acaba se autossabotando porque fica muito fácil ceder as tentações. Autossabotagem é aquela voz interna que fica dizendo: “vou comer esse doce afinal eu merece depois de um dia tão estressante”. Ou ainda “não vou para a academia hoje, está chovendo e eu estou tão cansada, vou ficar aqui no sofá e amanhã eu irei”. Quando o porquê é fraco, você cede.

Quando você odeia o seu corpo por exemplo, e quer emagrecer para se amar mais e ser mais feliz é um motivo muito perigoso. Se você não se ama consequentemente tem uma autoestima baixa, concorda comigo? E como diz o Augusto Cury com a autoestima baixa você vira carraca de si mesma. O que significa dizer que você fica se autopunindo por tudo o que acontece, até parece que tem um chicote na mão e fica se açoutando. Logo, sempre que acontece uma frustração você acaba descontando na comida, porque você odeia o seu corpo mesmo então merece ser gorda. Faz sentido isto para você?

Todo o objetivo definido tem um preço a se pagar. Na verdade mesmo quando você não tem objetivo você paga um preço. Ficar na zona de conforto e sempre fazer as mesmas coisas e ter os mesmo resultados custa muito caro. A grande questão é qual é o preço que você está disposta a pagar? Tem que colocar na balança e analisar os pós e contras das duas situações: ficar na zona de conforto ou agir diferente.

Você precisa urgentemente aprender ou reaprender a se amar do jeitinho que você é, afinal o seu corpo é o seu templo e você viverá nele pelo resto da sua vida. Você precisa urgentemente mudar o seu foco. Emagrecer porque se ama demais e escolhe ser mais bonita, mais desejável, ter mais disposição e mais qualidade de vida. Te garanto que será muito mais fácil quando você mudar a sua maneira de pensar.

Pense nisto!