Jamais diminua seus sentimentos

Jamais diminua o que você sente, seus sentimentos são reais e admiti-los não é sinal de loucura e nem é mi-mi-mi. Quando você rejeita o que sente, você dá ainda mais poder para isso, é como se você alimentasse os seus sentimentos quando ignora eles. O caminho saudável é sempre o acolhimento, ser sincero (a) contigo mesmo e reconhecer, pelo menos para si próprio (a), que é real. Depois do acolhimento é importante procurar entender o que desencadeou isso, identificando quais foram os gatilhos que despertaram eles.
Você muda somente o que aceita e entende. Buscar compreender a origem do seu sentir é necessário para ressignificar, e assim conseguir fazer diferente. Procure respeitar mais o que você sente, dessa forma você estará ensinando para as pessoas como quer ser tratado (a).


Com amor, Ana Maciel

Marcas da história

Olhe para a sua história e procure identificar as marcas que ficaram registradas com mais ênfase. Nem sempre os sentimentos ligados a esses fatos correspondem ao que aconteceu de verdade, as vezes é apenas um erro de interpretação. Mas no momento que aconteceu, no “calor da emoção” não é feita uma análise racional, e o grande o problema é que essa interpretação errônea é registrada como verdade, e ajuda a moldar a pessoa que você é hoje.
Por isso é importante você refletir sobre isso e procurar fazer uma nova leitura com a consciência que você tem hoje. Você está diferente agora porque teve outras vivências, aprendeu muitas coisas e amadureceu em muitos sentidos. Fazer essa releitura te ajudará a liberta-se daquilo que te aprisiona, procurando ressignificar aquelas marcar registradas com dor, e isso é importante porque aquilo que não é aceito na sua história virá repetição.


Com amor, Ana Maciel.

O que você sente importa

O que você sente é importante e precisa ser entendido e acolhido. Quando você rejeita e acha que é bobagem você acaba dando poder para o que sente e fica preso (a) naquilo. Aceitar isso é essencial para que você consiga entender o que originou aquilo, e assim poder ressignificar.
É comum pensar que é errado sentir raiva, que não se tem motivos suficientes para sentir tristeza e ainda achar que você está sendo ingrato por não sentir-se feliz com tudo o que possui. Todos esses “pensamentos comuns” formam crenças bem prejudiciais. Isso porque você não vai procurar ajuda porque decidiu que é bobagem o que sente. Só que você sente, e vai continuar sentindo porque não está buscando entender nada, só está rejeitando.
Tudo o que você sente tem origem, foi desencadeado por algum gatilho que precisa ser interpretado, somente assim é possível entender-se, aceitar-se e a partir disso conseguir mudar.


Com amor, Ana Maciel

O óbvio precisa ser dito


É você quem dá limites para as pessoas, é você quem ensina como pode ser tratado, é você que precisa expressar o que é importante e o que você não gosta. Tudo isso pode ser expressado com amorosidade e respeito pelo outro, talvez ele realmente não saiba como fazer isso, não é óbvio para ele, pelo simples fato dele ser diferente de você. O óbvio precisa ser dito sim, com empatia e aceitação com as limitações alheias.
Importante também que tudo isso seja dito no começo, ou na primeira vez que alguma coisa te desagradar. Não espere ficar insuportável para se manifestar, dificilmente você conseguirá manter a calma se esperar todos os seus limites serem ultrapassados.
Relacionamentos precisam ser construídos e lapidados sempre. Isso vale para relacionamento afetivo, com o chefe, com o pai, com a mãe, com os filhos, com os amigos… os princípios são sempre os mesmo.


Com amor, Ana Maciel

O peso do passado

Ressignificar o passado significa libertar-se das influências dele. Quando você não aceita o que aconteceu contigo, o futuro vira repetição. Por isso que a busca por entender o que aconteceu, procurando aceitar que foi o possível é tão importante. As memórias de dor só deixam de interferir no presente quando elas são aceitas, não quando não são lembradas, isso porque as memórias inconsciente não ficam inertes, elas continuam a influenciar nas decisões, até serem resolvidas. Até porque as decisões são muito mais inconscientes do que imaginamos, vivemos no “piloto automático” e nem prestamos atenção a essas influências. Refletir sobre isso e trazer para a consciência é essencial para conseguir mudar, só mudamos o que entendemos.


Com amor, Ana Maciel

O que você sente importa

Aquilo que você sente precisa ser aceito e entendido por você mesmo. Seus sentimentos não são bobagens, nem frescuras e muito menos são motivos de vergonha, eles são reais. E é muito importante você olhar para eles assim, com aceitação. Quando você rejeita, ignora e diminui o que sente, você dá poder para isso, por isso que quando você “explode” você não tem controle nenhum sobre aquilo. Quando isso acontece, é o resultado de todas as vezes anteriores que você ignorou o seu sentir.
O autoconhecimento é essencial, você conseguir entender o porquê daquele sentimento e como ele foi criado, é necessário para você conseguir ressignificar. Mas isso é um processo contínuo e que requer muita persistência. Não é de uma hora para outra que você se conhece, é necessário uma vida inteira. É uma construção diária.


Com amor, Ana Maciel

Você se conhece?

Quem é você? O que você gosta de fazer? Quais são os seus sonhos? Será que você realmente se conhece?
Quando você tem autoconhecimento e se aceita, você deixa de ser tão reativo, por saber diferenciar o que é seu do que não é. Como você se entende, fica muito mais fácil deixar com o outro o que lhe pertence e seguir somente com aquilo que é seu. O autoconhecimento lhe traz poder, e é um poder muito importante: o poder de escolha.
Quem não se conhece não entende porque se irrita com determinadas pessoas. Se não entende o porquê disso, não consegue resolver, logo vai continuar sendo inundado por raiva sempre que alguém com determinado perfil lhe irritar. Logo fica “escravo” de suas próprias emoções.
O autoconhecimento também traz a paz, porque com esse processo você conquista a compaixão por si, e quando você consegue aceitar a si mesmo, você aceita o mundo ao seu redor, e ele deixa de ser tão hostil e passa a ser muito agradável.


Com amor, Ana Maciel

A felicidade é uma construção

Qual é o sentido da vida? Será que realmente precisa haver tanto sofrimento? Eu acredito que não, e acredito ainda que o real propósito dela é ser feliz. Mas como encontrar a felicidade no meio do caos? Como ser feliz na essência, num mundo tão superficial? Talvez a resposta esteja exatamente aí, a verdade felicidade está nas profundezas de cada um.
Felicidade é algo muito subjetivo, cada pessoa interpreta ela de uma forma, o que não significa que o jeito do outro está errado, apenas pode ser diferente do seu. O que significa também que para ser feliz na essência é preciso o autoconhecimento, é necessário conhecer-se profundamente para entender o que significa felicidade para si mesmo. Podemos refletir ainda, que já que o autoconhecimento é uma construção, a felicidade também é uma busca constante, não é algo pronto, precisa ser lapidado constantemente.
O sentido da vida é ser feliz. Para ser feliz é preciso se conhecer. Para se conhecer é preciso se entender. E para se entender é preciso se aceitar. A verdade felicidade vem da autoaceitação.


Com amor, de uma escritora em construção,
Ana Maciel

Paz

A conquista da paz interior precisa ser construída. Ela começa com decisões importantes que precisam ser tomadas, como sair do julgamento e aceitar as pessoas como elas são. Quando se julga o outro, você alimenta dentro de você sentimentos contrários a criação da paz, para que ela exista é essencial aceitar que cada um é único e tem a sua própria maneira de pensar.
Para ter paz interior é preciso entender que as pessoas são muito diferentes entre si, cada uma é um universo e tem a sua própria verdade. Essa verdade foi construída ao longo da sua história e está muito enraizada, não é tão simples assim para mudar, isso somente acontece se a pessoa escolher, e você precisa aceitar isso para construir a sua paz.
Paz é uma construção constante, são decisões diárias em busca da aceitação do mundo como ele é.


Com amor, Ana Maciel

Serenar a mente

Serenar a mente é reconectar-se com a sua essência divina, é ouvir a sua própria intuição e é observar quem você é. Quando a mente está muito agitada é difícil fazer isso, ela está distraída demais nesse caso, com a correria da vida.
Silenciar uma mente barulhenta pode ser um trabalho árduo, mas você não é a sua mente, você é muito maior do que isso. Uma mente distraída não consegue entender os processos internos, está ocupada demais com excessos de passado, de futuro e de justificativas para deixar tudo como está.
A mente mente muito, porque uma das funções dela é a auto preservação, e já que sempre foi assim, ela entende que esse é o jeito certo. Cada vez que busca-se a mudança, por ela entender que é uma ameaça, os mecanismos de defesa entram em ação querendo sabotar a mudança.
Você é muito maior do que tudo isso. É você quem está no controle dessa “máquina super potente”, não o contrário.


Com amor, Ana Maciel